adicionar aos favoritos | São Paulo/SP

06/09/2007 09:30
Compreender a divindade humana, ou não,
mas sentí-la.
Com os olhos vendados
e a espada em riste,
escrever o ar.
Compreender a fragilidade humana, ou não,
mas exaltá-la.
Como a flor de lótus,
emergente do lodo:
primavera no pântano.
Por Débora Tavares, à partir do espetáculo "Kagemi", da Cia. Sankai Juku (foto)